terça-feira, 4 de maio de 2010
Sexualidade
Embora se pense que a sexualidade acaba com a chegada da terceira idade, esta ideia está errada, uma vez que sexualidade não é sinónimo de acto sexual. A sexualidade significa carinho, sensualidade, fantasia, inteligência, ou seja, é a energia que nos incentiva a procurar amor, ternura, contacto, de modo, a que sejamos felizes. Desta forma, a idade não compromete a sexualidade.
Relativamente ao homem, este é capaz de ter uma erecção em qualquer idade, tal como a mulher consegue atingir uma lubrificação vaginal adequada, ou seja, ao contrário do que se pensa, a menopausa não constitui o fim da vida sexual.
Relativamente ao homem, este é capaz de ter uma erecção em qualquer idade, tal como a mulher consegue atingir uma lubrificação vaginal adequada, ou seja, ao contrário do que se pensa, a menopausa não constitui o fim da vida sexual.
O que acontece no processo de envelhecimento?
Ninguém sabe ao certo como e por que razão as pessoas apresentam alterações à medida que envelhecem. Algumas teorias afirmam que o envelhecimento é provocado pela acumulação de lesões causadas pelos raios ultravioletas, pelo “desgaste e deterioração” do organismo, entre outras causas. Outras pessoas vêem o envelhecimento como um processo pré-determinado que é controlado geneticamente.
A maioria dos gerontologistas acredita que o processo de envelhecimento é o efeito cumulativo da interacção de várias influências no decorrer da vida. As situações que afectam o envelhecimento englobam hereditariedade, meio ambiente, influências culturais, exercício físico, entre outros factores.
Apesar de haver alterações tipicamente relacionadas com o envelhecimento, elas acontecem a velocidades e com extensões diferentes.
As modificações provocadas pelo envelhecimento podem ser observadas em todas as células, tecidos e órgãos do corpo e afectam o funcionamento de todos os sistemas do organismo.
As células, com o processo de envelhecimento, tornam-se maiores e perdem a capacidade de se dividirem e de se reproduzirem e algumas delas perdem a capacidade funcional ou começam a funcionar de maneira anormal.
HURRA!!!
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Ele é organizado com muito esforço e empenho. Tentamos não publicar muita informação para que não se torne muito secante.
Se tiverem sugestões, dicas, algo que ajude a melhorar este sítio, aceitamos de bom grado!
E COMENTEM!!!! Muito! :D
Esperamos voltar a comemorar outra vez mais um número redondo de visitas.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
O ENVELHECIMENTO COMO PARTE NATURAL DO CICLO DE VIDA
A ideia de que as pessoas idosas já desempenharam um papel activo na sociedade e agora devem descansar está errada, pois nesta etapa deve-se aproveitar todos os conhecimentos até então adquiridos e tentar ser o mais feliz possível, realizando actividades que lhes dêem satisfação.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera idoso o indivíduo que possui uma idade superior aos 65 anos nos países desenvolvidos e com mais de 60 anos nos países em desenvolvimento. Nesta fase da vida do Homem são visíveis as manifestações do processo de envelhecimento.
O envelhecimento ocorre ao nível biológico, populacional e psicológico e é caracterizado pela falência na manutenção da homeostase que está associada à diminuição da viabilidade da vulnerabilidade do indivíduo. No entanto, o envelhecimento não começa só a partir desta idade, pois, na verdade, começamos a envelhecer desde que nascemos. Por volta dos 30 anos, diversos sistemas no nosso organismo já atingiram o ápice de sua evolução e, por isso, entram em processo de declínio. Portanto, a única maneira de não envelhecermos seria morrermos jovens.
Muitas pessoas formulam uma ideia errada acerca do envelhecimento, pois vêem-no como um processo de deterioração física e mental. Realmente, o organismo do idoso não funciona com o mesmo ritmo do de um jovem, o raciocínio torna-se mais lento e o corpo menos ágil, mas é nesta fase que as pessoas tendem a ser mais criativas, mais críticas e são ainda mais produtivas.
O envelhecimento é uma etapa natural do nosso ciclo de vida que deve ser encarada como uma oportunidade para viver de forma saudável, autónoma e independente sempre que possível. Assim, desde cedo, deve ser adoptada uma atitude preventiva e promotora da saúde e da autonomia na velhice.
Uma boa saúde é essencial para que as pessoas mais idosas possam manter uma qualidade de vida aceitável e continuem a assegurar os seus contributos na sociedade. Contudo, nem sempre é possível viver o envelhecimento em plena saúde.
Idoso
Muitas questões se colocam quando referimos a palavra “idoso”, como por exemplo: “com que idade uma pessoa se torna idosa?”, “Uma pessoa é tão velha quanto o seu coração, células constituintes do seu corpo, sua moral ou situação civil?”, “Será a maneira pela qual as pessoas encaram certas características que as classificam como velhas ou jovens?”. Torna-se, portanto, evidente a necessidade de proporcionar uma discussão sobre o envelhecimento, enquanto fenómeno, processo e fase da vida.
sábado, 1 de maio de 2010
Obesidade na adolescência
A obesidade na adolescência tem grande importância não só pela frequência com que ocorre (cerca de 10%-15% dos adolescentes são obesos), mas também pela sua relação com a obesidade e outras doenças crónicas da idade adulta.
Durante a adolescência, a percentagem de gordura corporal aumenta até 17-18% nos rapazes e 27-28% nas raparigas.
As crianças obesas tendem a iniciar e a terminar a adolescência mais cedo que o normal.
A obesidade define-se como um aumento da quantidade de energia armazenada como gordura, ou de uma maneira mais simples, somos obesos quando o peso é 20% superior ao esperado. A obesidade varia de pessoa para pessoa e depende de vários factores, entre os quais, a idade, o sexo, o estado de saúde, a herança genética e o ambiente.
Os adolescentes obesos tendem a sentir-se deprimidos, devido ao facto de na nossa sociedade existir o ideal – magro/a. Muitos deles são discriminados e postos de lado apenas por causa do seu aspecto físico.A obesidade afecta todos os sistemas orgânicos e comporta uma série de riscos:
• Maior risco de hipertensão arterial, diabetes e hipercolesterolemia.
• Maior risco de mortalidade por doença cardiovascular, acidente vascular cerebral, cancro e patologia digestiva;
• Alterações da função pulmonar;
• Maior incidência de infecções na pele;
• Maior frequência de lesões no esqueleto.
É muito difícil prevenir ou tratar a obesidade de maneira eficaz. Cerca de 85% dos indivíduos voltam ao seu peso anterior ao tratamento.
O tratamento da obesidade baseia-se num plano dietético e de exercício físico para manter o peso ideal e obter um crescimento correcto, além de um imprescindível apoio afectivo:
• Exercício físico: deve ser aérobico (andar, correr, pedalar, nadar) e diário, de preferência praticado em grupo e vigiado;
• Dieta: a dieta não tem de ser hipoproteica e deve combinar diferentes alimentos para a tornar mais apetecível. É aconselhável comer com moderação e com calma.
Não se deve fazer uma dieta hipocalórica extrema, nem se pode pretender perder peso rapidamente, pois trata-se de uma fase de desenvolvimento. Em casos extremos, a obesidade pode conduzir à anorexia nervosa.
Atenção, esta deita deve ser acompanhada por um nutricionista.
A Dieta
É preciso conseguir uma alimentação equilibrada e com as calorias necessárias para a idade. Por isso a dieta deve incluir alimentos de cada um dos grupos de alimentos: cereais – legumes, frutas – verduras, lácteos e carne – peixe – ovos.
Devem evitar-se todos os alimentos de escasso valor nutritivo e ricos em calorias excessivas e, em geral, é preciso reduzir o consumo de gorduras e hidratos de carbono de absorção rápida.
Damos-te agora alguns conselhos:
• Evita comer entre as refeições. As refeições durante o dia devem ser: pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar, com um suplemento de fruta a meio da manha. É extremamente proibido comer enquanto se vê televisão.
• Evita beber refrigerantes e em especial bebidas açucaradas. As bebidas permitidas são: água, leite e sumos de fruta natural;
• Alimentos proibidos: chocolate, doces, pastéis, biscoitos, bolos, gelados, pastilhas elásticas, frutos secos e fritos em geral.
Importância do exercício físico
O teu corpo movimenta-se pouco. Ao longo do dia passas muitas horas sentado, nas aulas ou em casa. Por isso necessitas de praticar alguma actividade física que te permita exercitar as diferentes partes do corpo, sobretudo agora que estás a crescer.
O exercício físico é uma excelente actividade. Graças a ele os teus músculos, articulações e todos os órgãos internos, em geral, poderão beneficiar do movimento. Além disso, o teu estado de alma também vai melhorar.
O exercício físico, enquanto actividade saudável, deve estar adequada a cada etapa da vida das pessoas e deve praticar-se de forma a que seja:
• Progressivo: a actividade física deve aumentar pouco a pouco;
• Regular: Faz exercício ao longo de toda a semana, em várias sessões com uma duração semelhante;
• Moderado: o exercício físico não deve prejudicar o organismo.
O exercício físico progressivo, regular e moderado tem um efeito muito positivo no nosso estado de saúde. E, alem de ser um hábito benéfico, é uma óptima forma de te divertires.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Fazer amor
Quando fazer amor?
Não há uma idade própria para fazer amor, apesar de biologicamente ser possível faze-lo a partir da puberdade. Em média a primeira relação sexual ocorre entre os dezasseis e os dezassete anos (o que significa que alguns fazem aos 14 e outros aos 20!). Tudo depende dos conhecimentos, da maturidade física e psíquica de cada um.
Os receios e os medos
A angústia nos rapazes
Para os rapazes, o maior receio é mesmo em relação ao desempenho. Mas se algo correr mal, não vale a pena dramatizar sobre o assunto, a verdade é que não há amantes maus nem parceiros incapazes, apenas dois adolescentes inquietos e incapazes de controlar as suas emoções.
Não há uma idade própria para fazer amor, apesar de biologicamente ser possível faze-lo a partir da puberdade. Em média a primeira relação sexual ocorre entre os dezasseis e os dezassete anos (o que significa que alguns fazem aos 14 e outros aos 20!). Tudo depende dos conhecimentos, da maturidade física e psíquica de cada um. Os receios e os medos
Para as raparigas, o maior receio em relação à “primeira vez” é que doa. Mas, com excepção de alguns casos raros de hímens particularmente rígidos, esta pequena membrana não faz verdadeiramente doer quando se rompe. Aquelas que estão muito nervosas por causa disso acabam por sofrer muito mais em relação às que estão descontraídas, pois controlam muito melhor o seu corpo e as suas emoções.
A angústia nos rapazes
Para os rapazes, o maior receio é mesmo em relação ao desempenho. Mas se algo correr mal, não vale a pena dramatizar sobre o assunto, a verdade é que não há amantes maus nem parceiros incapazes, apenas dois adolescentes inquietos e incapazes de controlar as suas emoções. Também há rapazes que têm medo de se sentir mal, mas não há razão para isso, ao contrário das raparigas, os rapazes não sofrem qualquer transformação no corpo.
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